sábado, 16 de maio de 2026

PORTFÓLIO: Problema 9 - Design de atividades didáticas mediadas por tecnologias

 

A construção de aprendizagem do dia 11/05/2026 como eu sempre exponho é uma completa desconstrução que depois de algumas reflexões terapêuticas vale a pensa continuar me descontruindo sem processo de finalização. Porque cada reforma é algo novo e no outro olhar já precisa de alterações. Estou achando o máximo da máxima comum a nós rasos morais.

Iniciamos com mais reflexões sobre a relevância do PBL no foco a atividade e desvio do problema no qual essa é a demanda a ser refletida contextualizada e formuladas soluções os artefatos são resultados depois do problema encaminhado a solução prévia.

O PBL 9 foi um a mais nessa desconstrução no qual o meu primeiro passo foi estabelecer etapas de estudos para a semana.

  • 1-    Estudar as referências disponibilizadas foquei em três apresentadas abaixo;
  • 2-    Mapear os pontos principais dos autores;
  • 3-    Responder as questões baseadas nos autores e analisar as convergências e divergências.
  • 4-    Desenvolver a atividade da semana desenvolver um FRAMEWOK.

Os resultados obtidos com as leituras em síntese foram:

KOEHLER, M. J.; MISHRA (2013) demandam um interesse específico sobre o contexto Pedagógico e Cognitivo quando trabalham o modelo TPACK (tecnologia, pedagogia e conteúdo) quando exige uma mudança de postura do professor que sai do papel de transmissor para o papel mediador, articulador, designer de experiências de aprendizagem e agente reflexivo.

LIMA (2016) traz em seu texto uma visão sobre o uso das TDICS como parte integrante ao planejamento pedagógico do professor destaca a reflexão e atualização contínua sobre o uso das tecnologias.

No livro Didática de Rêgo (2010) a autora destaca sobre a atuação do professor como agente de ligação entre o currículo e os aprendentes, ela crítica os paradigmas conservadores baseados na reprodução de conhecimento.

Logo, compartilho uma síntese de respostas as questões propostas:

1.Como os referenciais estudados descrevem o papel do professor no processo de design didático e de que modo essa compreensão pode orientar escolhas intencionais nas incorporações de tecnologias digitais?

Os referenciais orientam que as incorporações de tecnologias digitais devem ocorrer de maneira intencional, contextualizada, crítica e participativa, priorizando a aprendizagem significativa, a interação social, a autonomia dos estudantes e a construção colaborativa do conhecimento.

2.Quais critérios os autores propõem para selecionar e integrar tecnologias às atividades de aprendizagem e de que forma esses critérios ajudam a evitar a simples digitalização de práticas tradicionais?

Os critérios propostos pelos autores ajudam a evitar a simples digitalização de práticas tradicionais porque orientam o professor a:

  • selecionar tecnologias alinhadas aos objetivos pedagógicos;
  • promover interação, autoria e colaboração;
  • considerar o contexto sociocultural dos estudantes;
  • favorecer metodologias ativas;
  • estimular autonomia, criatividade e construção do conhecimento.

3. De que maneira as etapas de planejamento apresentadas nos referenciais, desde a definição dos objetivos até a avaliação, contribuem para construir um design coerente, acessível e centrado na aprendizagem ativa ou participativa dos estudantes?

As etapas de planejamento apresentadas nos referenciais contribuem para um design didático mais coerente e inclusivo porque:

  • alinham objetivos, metodologias, tecnologias e avaliação;
  • valorizam o contexto sociocultural dos estudantes;
  • promovem acessibilidade e participação ativa;
  • favorecem aprendizagem colaborativa e significativa;
  • estimulam autonomia, criticidade e protagonismo discente.

SOBRE O DESSENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE

Durante a semana realizamos discursões no grupo formado para desenvolver a proposta do FRAMEWORK que até então não conhecia e fiz questão de conhecer e entender sua lógica, como sempre mais uma ferramenta que pode ser incorporadas as tecnologias digitais dentro da nossa prática pedagógica.

O trabalho inicial foi lê as referências e pontuar os olhares e conclusões maior parte em convergência e após as discussões dúvidas esclarecidas, o outro ponto era escolher o aplicativo para a elaboração do FRAMEWORK.

O aplicativo escolhido foi sugerido por nossa colega RUTE que nos auxiliou de forma imensamente colaborativa e promoveu um intensivão sobre programação e nos detalhou como o FRAMEWORK auxilia no desenvolvimento de projetos de criação.












O MIRO nos auxiliou no desenho das etapas do desenvolvimento segundo os autores.

O NELITFY nos auxiliou na construção do FRAMEWORK propriamente dito demonstrando idealizando a ideia do MIRO no qual nos permitiu navegar e testar suas funcionalidades e através dos nossos planejamentos conseguimos elaborar um planejamento para ser executado com os referenciais teóricos como base para a elaboração inserida no FRAMEWORK criado.  

Tudo sem esquecer um detalhe como criamos um FRAMEWORK colaborativo também inserimos nossas referências como desenvolvedoras  que serve de destaque para os demais colegas.

As ideias foram surgindo como mais uma prática que pode ir além do espaço da sala de aula e colaborar com os demais colegas que necessitam de incorporar soluções eficientes para suas práticas pedagógicas diárias. E sem esquecer que um dos pontos mais debatidos foi a acessibilidade e no quesito de não está junto ao tópico "A QUEM ENSINAR" reflito sobre a acessibilidade ser algo primordial para um desenvolvimento de projeto e do perfil de público a ser atendido. 

 

 

REFERÊNCIAS UTILIZADAS:

HAYASHI, E. C.S.; BARANAUSKAS, M. C. C. “Affectibility” and Design Workshops: Taking actions towards more sensible design. Proceedings of the 12th Brazilian Symposium on Human Factors in Computing Systems. Porto Alegre, 2013. p. 3-12. Disponível em: https://dl.acm.org/doi/epdf/10.5555/2577101.2577106. Acesso em: 07. maio.2026. 

KOEHLER, M. J.; MISHRA, P.; CAIN, W. What is Technological Pedagogical Content Knowledge (TPACK)? Journal of Education, 2013. Disponível em: https://www.matt-koehler.com/publications/Koehler_et_al_2013.pdfAcesso em: 07. maio.2026.

LIMA, I. P.; VIANA, M. A. P. Prática docente com uso de Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação: possibilidades e limites. In: MERCADO, L. P. L.; VIANA, M. A. P.; PIMENTEL, F. S. C. (Org.) Estratégias Didáticas e as TIC: ressignificando as práticas na sala de aula. Maceió: Edufal, 2018. 

RÊGO, Luciane Borges do; LIMA, Maria Vitória Ribas de Oliveira. Didática. Recife: Editora da Universidade de Pernambuco (UPE), 2010. p. 44. Disponível em:http://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/204082/2/Livro%20Didatica.pdf. Acesso em: 07. maio.2026.

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