quinta-feira, 21 de maio de 2026

Quando a Ludicidade pode ser o “Você não me pega! Cruz Cão”

 Aqui é somente uma prévia, sem fundamentação propriamente dita, porém, com uma fundamentação de vida que encontra na infância o motivo para acreditar que vale a pena tudo isso aqui. Ei!!  A trajetória profissional, porque a vida vale muito a pena e principalmente quando é para ser implicante como uma criança.

Bem sou Amanda Marques, conhecida pelos íntimos e crianças como a “Tia Mandoca” desde sempre porque, não cresci nem no tamanho, a infância é minha ilha particular e os grandes sábios do mundo são crianças, alguém já recebeu um conselho que foi o que você precisava? Não é à toa que Jesus dizia que as crianças eram donas do reino dos céus... Acredito que a forma lúdica que elas apresentam em suas atitudes seriam tão necessárias para a redução de tantas desigualdades...

Está semana vivenciando acredito que a CONSTRUÇÃO MAIS QUE NECESSÁRIA da temática, estamos visitando um território igual ao jogo da BATALHA NAVAL a qualquer momento BOMBA!

Não é crítica, mas uma reflexão com todos os meus estudos sobre infância, ludicidade, brincar, jogos, vulnerabilidade social e a psicanálise (paciente) percebi o quanto temos que ser cuidadosos com a ludicidade.

Reflito porque ao me confrontar com esse tema revistei toda uma trajetória de uma infância e pude vir aqui para compartilhar que sufocamos nossa ludicidade ao crescermos. Kell Smith já cantou que crescemos, mas queremos voltar porque na infância é um lugar bom de estar. E quando chegamos na fase adulta ficamos com medo do “TIA VOCÊ É MAIS CRIANÇA DO QUE EU”...

 

Hoje escrevo inicialmente expondo minha ludicidade porque fui sufocada em mais uma formação continuada que afoga minha criança interior, se precisamos do lúdico como necessidade por que, ainda sufocamos quando ela tenta ser inserida e incorporadas EM NOSSAS PRÁTICAS...

O Framework irei utilizar sim ficou bem planejado, mas, como tenho que viabilizar meus planejamentos e sempre penso como eu gostaria de aprender porque ainda sinto na minha memória afetiva o “cheiro de álcool do mimeógrafo” e “cheiro do giz cera” penso no encanto que que tinha as aulas dos antigos “Educandários” e as infâncias planejadas em riqueza de detalhes que o choro era para voltar para casa não para começar a jornada.

Colocaria a intencionalidade pedagógica junto ao perfil e o contexto dos alunos, a partir daí a mágica começa...  Eis o Mimeógrafo... 










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