A construção de aprendizagem do dia
11/05/2026 como eu sempre exponho é uma completa desconstrução que depois de algumas
reflexões terapêuticas vale a pensa continuar me descontruindo sem processo de
finalização. Porque cada reforma é algo novo e no outro olhar já precisa de
alterações. Estou achando o máximo da máxima comum a nós rasos morais.
Iniciamos com mais reflexões sobre a relevância
do PBL no foco a atividade e desvio do problema no qual essa é a demanda a ser
refletida contextualizada e formuladas soluções os artefatos são resultados
depois do problema encaminhado a solução prévia.
O PBL 9 foi um a mais nessa desconstrução
no qual o meu primeiro passo foi estabelecer etapas de estudos para a semana.
- 1-
Estudar
as referências disponibilizadas foquei em três apresentadas abaixo;
- 2-
Mapear
os pontos principais dos autores;
- 3-
Responder
as questões baseadas nos autores e analisar as convergências e divergências.
- 4-
Desenvolver
a atividade da semana desenvolver um FRAMEWOK.
Os resultados obtidos com as leituras em
síntese foram:
KOEHLER, M. J.; MISHRA (2013) demandam um
interesse específico sobre o contexto Pedagógico e Cognitivo quando trabalham o
modelo TPACK (tecnologia, pedagogia e conteúdo) quando exige uma mudança de
postura do professor que sai do papel de transmissor para o papel mediador,
articulador, designer de experiências de aprendizagem e agente reflexivo.
LIMA (2016) traz em seu texto uma visão sobre
o uso das TDICS como parte integrante ao planejamento pedagógico do professor destaca
a reflexão e atualização contínua sobre o uso das tecnologias.
No livro Didática de Rêgo (2010) a
autora destaca sobre a atuação do professor como agente de ligação entre o
currículo e os aprendentes, ela crítica os paradigmas conservadores baseados na
reprodução de conhecimento.
Logo, compartilho uma síntese de
respostas as questões propostas:
1.Como os referenciais estudados
descrevem o papel do professor no processo de design didático e de que modo
essa compreensão pode orientar escolhas intencionais nas incorporações de
tecnologias digitais?
Os referenciais orientam que as
incorporações de tecnologias digitais devem ocorrer de maneira intencional,
contextualizada, crítica e participativa, priorizando a aprendizagem
significativa, a interação social, a autonomia dos estudantes e a construção
colaborativa do conhecimento.
2.Quais critérios os autores propõem
para selecionar e integrar tecnologias às atividades de aprendizagem e de que
forma esses critérios ajudam a evitar a simples digitalização de práticas
tradicionais?
Os critérios propostos pelos autores
ajudam a evitar a simples digitalização de práticas tradicionais porque
orientam o professor a:
- selecionar
tecnologias alinhadas aos objetivos pedagógicos;
- promover
interação, autoria e colaboração;
- considerar
o contexto sociocultural dos estudantes;
- favorecer
metodologias ativas;
- estimular
autonomia, criatividade e construção do conhecimento.
3. De que maneira as etapas de
planejamento apresentadas nos referenciais, desde a definição dos objetivos até
a avaliação, contribuem para construir um design coerente, acessível e centrado
na aprendizagem ativa ou participativa dos estudantes?
As etapas de planejamento apresentadas
nos referenciais contribuem para um design didático mais coerente e inclusivo
porque:
- alinham
objetivos, metodologias, tecnologias e avaliação;
- valorizam
o contexto sociocultural dos estudantes;
- promovem
acessibilidade e participação ativa;
- favorecem
aprendizagem colaborativa e significativa;
- estimulam
autonomia, criticidade e protagonismo discente.
SOBRE O DESSENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE
Durante a semana realizamos discursões
no grupo formado para desenvolver a proposta do FRAMEWORK que até então não
conhecia e fiz questão de conhecer e entender sua lógica, como sempre mais uma
ferramenta que pode ser incorporadas as tecnologias digitais dentro da nossa
prática pedagógica.
O trabalho inicial foi lê as referências
e pontuar os olhares e conclusões maior parte em convergência e após as
discussões dúvidas esclarecidas, o outro ponto era escolher o aplicativo para a
elaboração do FRAMEWORK.
O aplicativo escolhido foi sugerido por
nossa colega RUTE que nos auxiliou de forma imensamente colaborativa e promoveu
um intensivão sobre programação e nos detalhou como o FRAMEWORK auxilia no
desenvolvimento de projetos de criação.
O MIRO nos auxiliou no desenho das
etapas do desenvolvimento segundo os autores.
O NELITFY nos auxiliou na construção do
FRAMEWORK propriamente dito demonstrando idealizando a ideia do MIRO no qual
nos permitiu navegar e testar suas funcionalidades e através dos nossos planejamentos
conseguimos elaborar um planejamento para ser executado com os referenciais
teóricos como base para a elaboração inserida no FRAMEWORK criado.
Tudo sem esquecer um detalhe como criamos
um FRAMEWORK colaborativo também inserimos nossas referências como
desenvolvedoras que serve de destaque
para os demais colegas.
As ideias foram surgindo como mais uma
prática que pode ir além do espaço da sala de aula e colaborar com os demais
colegas que necessitam de incorporar soluções eficientes para suas práticas
pedagógicas diárias. E sem esquecer que um dos pontos mais debatidos foi a acessibilidade e no quesito de não está junto ao tópico "A QUEM ENSINAR" reflito sobre a acessibilidade ser algo primordial para um desenvolvimento de projeto e do perfil de público a ser atendido.
REFERÊNCIAS UTILIZADAS:
HAYASHI,
E. C.S.; BARANAUSKAS, M. C. C. “Affectibility” and Design Workshops: Taking
actions towards more sensible design. Proceedings of the 12th Brazilian
Symposium on Human Factors in Computing Systems. Porto Alegre, 2013. p. 3-12. Disponível
em: https://dl.acm.org/doi/epdf/10.5555/2577101.2577106.
Acesso em: 07. maio.2026.
KOEHLER,
M. J.; MISHRA, P.; CAIN, W. What is Technological Pedagogical Content
Knowledge (TPACK)? Journal of Education, 2013. Disponível em: https://www.matt-koehler.com/publications/Koehler_et_al_2013.pdf. Acesso em: 07. maio.2026.
LIMA, I. P.; VIANA, M. A. P. Prática
docente com uso de Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação:
possibilidades e limites. In: MERCADO, L. P. L.; VIANA, M. A. P.; PIMENTEL, F.
S. C. (Org.) Estratégias Didáticas e as TIC: ressignificando as
práticas na sala de aula. Maceió: Edufal, 2018.
RÊGO, Luciane Borges do; LIMA, Maria
Vitória Ribas de Oliveira. Didática. Recife: Editora da
Universidade de Pernambuco (UPE), 2010. p. 44. Disponível em:http://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/204082/2/Livro%20Didatica.pdf. Acesso
em: 07. maio.2026.

E onde está o framework?
ResponderExcluirhttps://tpackframework.netlify.app/
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