A ausência da rotina da aula nos deixa fora de rumo, porém, mais atento e observador dos detalhes. A segunda parte da experiência de Bruno e Elenildo, me trouxe algumas percepções a cerca de que necessito de mais familiaridade com a temática digital. A cada discussão sinto-me contemplada com mais conhecimento RAIZ sobre o tema de Tecnologias Digitais no Ensino.
A introdução da primeira parte da discussão de Mirian e Débora me fez pensar em um problema em meio ao problema por elas levantados, eis que a metodologia poderia ser umas das causas para o Problema: O Paradigma da Universidade Delta.
O desafio do Diagrama de Ishikawa me fez retornar ao tempo em que trabalhei na área administrativa e tinha que fazer o abençoado diagrama e o PDCA para analisar as possíveis melhorias e sanar com os problemas que interferiam no andamento dos processos.
Na análise dos textos sugeridos Koehler, Siemes, Lévy e Valente foram boas companhias de discussão no qual mesmo sendo em países e anos anteriores as causas e efeitos são semelhantes e sempre o desenvolvimento de práticas são bem-vindas.
Minha percepção fez o meu olhar ser direcionado para a PBL como uma prática inovadora e que instiga o movimento dos aprendizes para confrontar as teorias sobre determinados assuntos, estudando o TPACK de Koehler, deparei-me com o meu cotidiano dentro da escola e as melhorias que preciso revisar e executar sobre uma nova óptica. Além, da critica ao que não é praticado e os motivos são diversos.
E o Diagrama de Ishikawa me trouxe a compreensão de sua real utilização agora que pude visitar através da leitura a fundamentação dos autores para o seu desenvolvimento. Confortável em construir ele não fiquei porque demorou para ser construído, mas depois de pronto vai me acompanhar durante minha jornada de Doutoranda.

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