Não
poderia deixar de registrar que a síntese a seguir só aconteceu após a leitura
do Capítulo 1 – UMA VISÃO MÚLTIPLA DA INTERAÇÃO EM DIREÇÃO À TUTORIA (PIMENTEL,
2013) que revelou através de uma escrita sequencial cada passo de algo que é
estudado e ainda não está completo sempre tem algo a mais. No capítulo do livro
didaticamente é esclarecido a diferença de INTERAÇÃO E INTERATIVIDADE em vários
momentos “deu um branco nos conceitos”, mas aconteceu. As teorias aplicadas
para o desenvolvimento de tecnologia são de grande relevância no seu livro Vygotsky
com ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) concede um norte para o que devemos
esperar atingir com os conteúdos abordados.
Em
outro artigo foi citados Piaget (1974) e algumas vezes foi falado sobre a “aprendizagem
significativa. Em resumo reflito que o termo aprendizado significativo deva
consta nos trabalhos acadêmicos pelo fato de no senso comum uma aula é prazerosa
quando existe a conexão aluno e professor e o conhecimento que estamos
construindo. Fiquei reflexiva que essa aprendizagem pode ser significativa de
modo aversivo, quando existe alguma situação que não foi legal e disso resulta
uma aversão ou bloqueio e a não consolidação do aprendizado. Mas, vamos
continuar a formar novas conexões neurais e conceitos estruturados após vários desequilíbrios,
no meu caso de “CHAKRÁS” em meio ao climatério.
Mas,
retornando à programação normal as
leituras me levaram a relembrar os cursos EAD que fiz após minha formação, como
profissional e ainda quando estudante bem, vamos ao que interessa.
Fonte:
ChatGpt.com
Ao
estudar sobre design de interfaces educacionais, através das referências
indicadas destaco que a aprendizagem ocorre por meio da interação entre
sujeito, conteúdo e ambiente (PASSOS; BEHAR, 2012), sendo a interface o
elemento mediador desse processo . Nesse sentido, metodologias como a Interfaces
Interativas Digitais Aplicadas à Educação (Interad) reforçam que ambientes
digitais devem ser planejados para promover interações bidirecionais e
multidirecionais (PASSOS; BEHAR, 2012), rompendo com a lógica linear e
transmissiva típica de modelos tradicionais de ensino .
A
interatividade, por sua vez, é compreendida como uma característica fundamental
das tecnologias digitais, envolvendo não apenas a resposta do sistema, mas
também a capacidade de comunicação, participação e troca entre usuários (BORTOLÁS;
VIEIRA, 2013). Ela está diretamente ligada ao design de interfaces, pois
depende da forma como os elementos são organizados para permitir ações,
escolhas e feedbacks significativos ao usuário. Assim, não basta disponibilizar
conteúdos digitais: é necessário criar condições reais de participação ativa.
Nos
Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs), a interface assume papel central
como espaço de mediação (RODRIGUES; SANTOS, 2019), influenciando
diretamente a apropriação da informação pelo aluno . A ausência física do
professor intensifica a importância da interatividade, exigindo interfaces que
favoreçam comunicação, colaboração e autonomia. Elementos como
acessibilidade, organização do conteúdo, feedback e ferramentas de interação
são essenciais para transformar o AVA em um ambiente significativo de
aprendizagem.
Dessa
forma, a interação (relação entre sujeitos e sistema) e a interatividade
(qualidade dessa relação mediada tecnologicamente) constituem bases para superar
o “USO BANCÁRIO DO AVA”, caracterizada pela transmissão unilateral de
conhecimento. Ao promover participação ativa, diálogo e construção coletiva, os
AVAs interativos deslocam o foco do ensino para a aprendizagem, valorizando o
protagonismo do estudante.
Minha
proposta ela surge após alinhamento do que eu gostaria de compreender sobre os
ambientes virtuais terem uma prática semelhante de operação o “USO BANCÁRIO” e o meu retorno foi que a minha proposta de
curso seria a elaboração estudo sobre a temática de construção, interação e interatividade
dentro de um ambiente virtual de aprendizagem AVA o título seria "Atlas Digital de Interfaces
Educacionais": uma curadoria colaborativa em 4 fases.
Fonte:
Imagem Gerada pelo Claude.ai
Aqui está a proposta completa
— navegue pelas três abas para ver cada resposta.
Aba 1 — A atividade
apresenta o "Atlas Digital de Interfaces Educacionais": uma curadoria
colaborativa em 4 fases (análise individual → comentário cruzado → síntese em
grupo → avaliação entre pares). O produto final só existe se todos contribuírem
— o que por si só elimina o uso bancário, porque nenhuma entrega individual faz
sentido fora do coletivo.
Aba 2 — O design da interface
detalha quatro dimensões que sustentam a colaboração: organização da tela
(mural visível a todos), feedback (comentários aninhados com notificação ao
autor), formas de participação (ficha semi-estruturada + campo livre) e
visibilidade do coletivo (contador de progresso da turma). O protótipo de tela
mostra como essas escolhas se materializam.
Aba 3 — Storyboard
percorre cinco cenas navegáveis: da entrada no mural vazio até o Atlas
publicado, mostrando o que o estudante vê em cada momento, que ações realiza e
com quem interage.
A fundamentação teórica
atravessa as três respostas: a lógica de Rodrigues & Santos de que a
interface deve ser espaço de mediação (não só repositório), a metodologia
Interad de Passos & Behar para estruturar as fases, e o conceito de
interatividade de Bortolás & Vieira como critério analítico que os próprios
estudantes aplicam nas análises.
Fonte:
Imagem Gerada pelo Claude.ai
- O estudante robótico do "postei, fui!" — com o professor chorando atrás da tela
- A ficha de análise animando o estudante de cabelo bagunçado
- O caos divertido do mural, com Ana (cacheada), Pedro (boné), Carla (óculos gigantes) e Leo (cabelo espetado) comentando ao mesmo tempo
- Os três em volta da mesa construindo o verbete junto, com balão de pensamento coletivo
- O Atlas publicado com confetes, estrelas e o professor de chapéu de formatura finalmente feliz
- E no rodapé, o ciclo completo das 5 fases com a frase-síntese: "Interface boa = espaço de encontro, não de depósito!
O estudo me proporcionou não apenas uma atividade mas, um desafio de autoconhecimento de onde está o limite, chego a conclusão que não há. Mas, são disciplinas como essa que nos levam a ser SERES HUMANOS mais qualificados para o mundo. A imagem representa minha melhor versão quando se trata de aprender brincando com mediação da tecnologia para criar ambientes inclusivos.
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