domingo, 3 de maio de 2026

“AVA vivo: quando interação vira aprendizagem”

 

Não poderia deixar de registrar que a síntese a seguir só aconteceu após a leitura do Capítulo 1 – UMA VISÃO MÚLTIPLA DA INTERAÇÃO EM DIREÇÃO À TUTORIA (PIMENTEL, 2013) que revelou através de uma escrita sequencial cada passo de algo que é estudado e ainda não está completo sempre tem algo a mais. No capítulo do livro didaticamente é esclarecido a diferença de INTERAÇÃO E INTERATIVIDADE em vários momentos “deu um branco nos conceitos”, mas aconteceu. As teorias aplicadas para o desenvolvimento de tecnologia são de grande relevância no seu livro Vygotsky com ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) concede um norte para o que devemos esperar atingir com os conteúdos abordados.

Em outro artigo foi citados Piaget (1974) e algumas vezes foi falado sobre a “aprendizagem significativa. Em resumo reflito que o termo aprendizado significativo deva consta nos trabalhos acadêmicos pelo fato de no senso comum uma aula é prazerosa quando existe a conexão aluno e professor e o conhecimento que estamos construindo. Fiquei reflexiva que essa aprendizagem pode ser significativa de modo aversivo, quando existe alguma situação que não foi legal e disso resulta uma aversão ou bloqueio e a não consolidação do aprendizado. Mas, vamos continuar a formar novas conexões neurais e conceitos estruturados após vários desequilíbrios, no meu caso de “CHAKRÁS” em meio ao climatério. 


Mas, retornando à programação normal  as leituras me levaram a relembrar os cursos EAD que fiz após minha formação, como profissional e ainda quando estudante bem, vamos ao que interessa. 

Fonte: ChatGpt.com

Ao estudar sobre design de interfaces educacionais, através das referências indicadas destaco que a aprendizagem ocorre por meio da interação entre sujeito, conteúdo e ambiente (PASSOS; BEHAR, 2012), sendo a interface o elemento mediador desse processo . Nesse sentido, metodologias como a Interfaces Interativas Digitais Aplicadas à Educação (Interad) reforçam que ambientes digitais devem ser planejados para promover interações bidirecionais e multidirecionais (PASSOS; BEHAR, 2012), rompendo com a lógica linear e transmissiva típica de modelos tradicionais de ensino .

A interatividade, por sua vez, é compreendida como uma característica fundamental das tecnologias digitais, envolvendo não apenas a resposta do sistema, mas também a capacidade de comunicação, participação e troca entre usuários (BORTOLÁS; VIEIRA, 2013). Ela está diretamente ligada ao design de interfaces, pois depende da forma como os elementos são organizados para permitir ações, escolhas e feedbacks significativos ao usuário. Assim, não basta disponibilizar conteúdos digitais: é necessário criar condições reais de participação ativa.

Nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs), a interface assume papel central como espaço de mediação (RODRIGUES; SANTOS, 2019), influenciando diretamente a apropriação da informação pelo aluno . A ausência física do professor intensifica a importância da interatividade, exigindo interfaces que favoreçam comunicação, colaboração e autonomia. Elementos como acessibilidade, organização do conteúdo, feedback e ferramentas de interação são essenciais para transformar o AVA em um ambiente significativo de aprendizagem.

Dessa forma, a interação (relação entre sujeitos e sistema) e a interatividade (qualidade dessa relação mediada tecnologicamente) constituem bases para superar o “USO BANCÁRIO DO AVA”, caracterizada pela transmissão unilateral de conhecimento. Ao promover participação ativa, diálogo e construção coletiva, os AVAs interativos deslocam o foco do ensino para a aprendizagem, valorizando o protagonismo do estudante.

Minha proposta ela surge após alinhamento do que eu gostaria de compreender sobre os ambientes virtuais terem uma prática semelhante de operação o “USO BANCÁRIO”  e o meu retorno foi que a minha proposta de curso seria a elaboração estudo sobre a temática de construção, interação e interatividade dentro de um ambiente virtual de aprendizagem AVA o título seria  "Atlas Digital de Interfaces Educacionais": uma curadoria colaborativa em 4 fases.

 

Fonte: Imagem Gerada pelo Claude.ai


Aqui está a proposta completa — navegue pelas três abas para ver cada resposta.

Aba 1 — A atividade apresenta o "Atlas Digital de Interfaces Educacionais": uma curadoria colaborativa em 4 fases (análise individual → comentário cruzado → síntese em grupo → avaliação entre pares). O produto final só existe se todos contribuírem — o que por si só elimina o uso bancário, porque nenhuma entrega individual faz sentido fora do coletivo.

Aba 2 — O design da interface detalha quatro dimensões que sustentam a colaboração: organização da tela (mural visível a todos), feedback (comentários aninhados com notificação ao autor), formas de participação (ficha semi-estruturada + campo livre) e visibilidade do coletivo (contador de progresso da turma). O protótipo de tela mostra como essas escolhas se materializam.

Aba 3 — Storyboard percorre cinco cenas navegáveis: da entrada no mural vazio até o Atlas publicado, mostrando o que o estudante vê em cada momento, que ações realiza e com quem interage.

A fundamentação teórica atravessa as três respostas: a lógica de Rodrigues & Santos de que a interface deve ser espaço de mediação (não só repositório), a metodologia Interad de Passos & Behar para estruturar as fases, e o conceito de interatividade de Bortolás & Vieira como critério analítico que os próprios estudantes aplicam nas análises.

 

Fonte: Imagem Gerada pelo Claude.ai

 Pronto! A proposta inteira virou uma história em quadrinhos caricaturada com 5 cenas:

  1. O estudante robótico do "postei, fui!" — com o professor chorando atrás da tela
  2. A ficha de análise animando o estudante de cabelo bagunçado
  3. O caos divertido do mural, com Ana (cacheada), Pedro (boné), Carla (óculos gigantes) e Leo (cabelo espetado) comentando ao mesmo tempo
  4. Os três em volta da mesa construindo o verbete junto, com balão de pensamento coletivo
  5. O Atlas publicado com confetes, estrelas e o professor de chapéu de formatura finalmente feliz
  6. E no rodapé, o ciclo completo das 5 fases com a frase-síntese: "Interface boa = espaço de encontro, não de depósito!

O estudo me proporcionou não apenas uma atividade mas, um desafio de autoconhecimento de onde está o limite, chego a conclusão que não há. Mas, são disciplinas como essa que nos levam a ser SERES HUMANOS mais qualificados para o mundo. A imagem representa minha melhor versão quando se trata de aprender brincando com mediação da tecnologia para criar ambientes inclusivos.  

Fonte: ChatGpt.com







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